08/05/11

Êta moleque talentoso!

Árvores da Gaivota

My dog.

Gotinhas nas folhas.

Folhas verdes (acho que deveria se chamar "folhas maduras").

O quintal.

São todas by Pedrinho, meu sobrinho. O moleque tem 15 anos, uma câmera que nem é top e um olho que busca imagens incomuns para a idade dele. Ele transforma o que vê de uma forma impressionante. Outro dia liguei para dar feliz aniversário a ele e ele havia ido ao aniversário de uma colega de escola -  fotografar.

O link do portfolio dele é http://www.flickr.com/photos/pedroclezar/.

03/05/11

Para Mônica, minha querida amiga


Acredite. O reggae tem propriedades terapêuticas. Mesmo quando não é assim muito reggae.
Aliás a beleza tem propriedades terapêuticas. A da alma e a da natureza especialmente

02/05/11

Então é isso?

Hoje li, pela manhã, que um jovem americano de 19 anos afirmou, sobre a morte de Osama Bin Laden, que nunca havia sentido emoção tão grande em toda a sua vida.
Pensei, com meus botões: meu Deus, que sociedade é essa em que a morte de alguém pode ser a maior emoção boa que alguém já teve na vida?

Ok, Osama era terrorista. Como o Geroge Bush também é, afinal, que raios ele foi fazer no Iraque????? Mas belê, o Bush não está em questão agora. Voltemos à vaca fria, ou melhor, ao Osama frio. Não pretendo defendê-lo e achava mesmo que ele deveria ter sido preso e julgado pelo atentado de 11 de setembro. Duvido muito que ele tenha sido morto (se é que foi realmente morto) porque não havia como pegá-lo vivo. Ele foi morto porque os americanos precisam mostrar o que acontece com quem faz o que ele fez, com quem ousa desafiar o poder do império.

Sim, o império contra-ataca. Com as mesmas armas, com a mesma estratégia que os terroristas usam. Ah, no 11 de setembro morreram milhares de pessoas? Sim, morreram. E no Afeganistão e no Iraque, quantas será que morreram no que os EUA chamam de guerra ao terror?

Eu vi os ataques de 11 de setembro, como o mundo inteiro viu; como todos, também me emocionei ao saber das vidas ceifadas, das crianças que ficaram em casa esperando o pai ou a mãe que nunca voltariam, dos amores e dos sonhos interrompidos pela tragédia. Só que do mesmo modo também me emocionei ao ver as pouco divulgadas imagens do Afeganistão e do Iraque destruídos, e imaginei quantas famílias de lá também haviam ficado mutiladas, quantas pessoas haviam perdido seus amores, suas casas, sua história, sua identidade.

O que faz com que eles tenham menos direito à felicidade do que qualquer ocidental?

Não entendi, não entendo e nunca entenderei isso. O que entendo é que se os métodos usados são semelhantes e os motivos também, de ambos os lados (grana e poder, o que mais seria?), então os adjetivos também devem ser. Terroristas todos, sem a menor dúvida. A diferença é que enquanto uns têm o aval da ONU, e se não o têm, passam por cima dela, outros mandaram a ONU à merda à muito tempo, o que na prática, dá no mesmo.

Mas, voltando ao início, me deu uma peninha do tal americano de 19 anos. Ah, se ele pudesse ouvir meus pensamentos, eu diria, menino, vc precisa se apaixonar, ter um cachorro, ver alguém nascer, superar um desafio muito grande, ou ajudar alguém a fazê-lo, escalar uma montanha bem alta, estar em algum lugar absurdamente lindo (são tantos), ou ver um céu com tantas estrelas a ponto de se sentir pequeno, pequeno e pensar que o mundo é imenso e que a maior emoção possível é a vida, cara. Não a morte. Não pode ser isso!

03/04/11

O real e o visível

Domingo, tempo muito encoberto, neblina cobrindo toda a maravilhosa vista que tenho de minha janela. Faz frio e estou dentro de casa corrigindo redações.

Como disse, a neblina encobre toda a vista, então, não vejo a Pedra do Baú, nem o Pico Agudo, atrações turísticas regionais que tenho o privilégio de ver, cada qual em uma extremidade das duas retas que formam o ângulo de 90º em cujo vértice está minha casa.

Geometria X poesia.

Não as vejo, mas elas estão lá. E só de sabê-las lá me sinto feliz. Sei que além da neblina e da garoa finíssima há algo belíssimo, e basta que o sol surja e os ventos sejam favoráveis para que toda essa beleza se descortine.

A beleza existe, apenas está temporariamente escondida. E isso não a faz menos bela.

25/01/11

Não resisto a uma piadinha...

Fala sério!

- Depois de tanta chuva, Alckmim anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.

- Em SP não se fala mais direita e esquerda... agora é bombordo e estibordo!

- Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

- Depois do airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.

- O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.

- Ninguém passa fome em São Paulo: Bolinho de Chuva é o que não falta.

- Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??

- Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em Sampa.

- Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.

- Agora todo paulistano tem casa com vista para o mar.

- Tem carioca morrendo de inveja. Agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tietê e Mar ginal Pinheiros.

- A Dilma está lançando o BALSA-familia pra ajudar São Paulo

- Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.

- O Alckmim tá trocando o bilhete Único pelo bilhete ÚMIDO!!

- A Marta disse para o Alckmim: Relaxa e boia!!!

Chove lá fora - post em três movimentos

Movimento I - Allegro

Depois de um longo período sem posts, hoje chove lá fora. E aqui dentro um cheirinho bom de bolo de cenoura invade a casa toda. Está no forno e a cobertura está pronta, só esperando a mais prosaica das iguarias sair do forno.

É a favorita da família Gronfi (minha, do Alê e dos jacos, porque os dogs não comem bolo e estão em SAP). Adoramos bolo de cenoura em várias versões. Sempre com um pouco de maizena e muito menos óleo do que mandam as receitas, para deixar a massa mais levinha e um tiquinho menos calórica. Hehehe. Trocamos o óleo pela cobertura... essa sim, sempre generosa. Senão não tem graça alguma!!!

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Movimento II - Spaventato

Domingo, voltando de SAP, vivenciei um pouco do horror que é um alagamento em São Paulo! Chovia tanto que não se podia ver um palmo à frente de nossos narizes. Bateram na traseira do nosso carro, mas sem grandes estragos. É claro que só pudemos verificar isso quando chegamos em casa. Estávamos apavorados e querendo a todo custo sair da marginal antes do Tietê encher!!!

Passamos. Para ficar duas horas parados na Marquês de São Vicente, esperando a água baixar para chegar em casa. Mas eu estava em um lugar seguro (sobre uma ponte), então, apesar do medo da chuva fortíssima e do vento, sabia que o carro não seria carregado pela enxurrada.

Fico só imaginando quem não teve a mesma sorte do que eu...
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Movimento III - Moderatto

Hoje não saio de casa nem com banda de música! Nem que apareça uma orquestra sinfônica tocando o spaventato, esse movimento musical que acabo de inventar para traduzir meu susto.

PS: não sei porcaria nenhuma de música! Hahahahaha

08/11/10

Será que dá para injetar pirilampos na veia?

Tô precisando tanto...
Cansada, com sono, tentando fazer dieta e escrevendo meu relatório de qualificação. Adoro escrever, mas o que eu queria mesmo, agora, é dormir.